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Degradação ambiental versus pobreza.

  • Projeto Qualitativa
  • 19 de mai. de 2020
  • 2 min de leitura

Por Carolina Marques e Erica Pereira.



A degradação ambiental em mais países mais pobres enfatiza a conscientização geral do cuidado com o meio-ambiente e o quanto a formação cidadã dos indivíduos contribuem para a sua ação coletiva.


Os países desenvolvidos, além de trabalhar arduamente em questões ambientais para a valorização dos recursos naturais, importam-se em transmitir tal mensagem de cuidado para os cidadãos, inclusive, muitas leis são criadas e seguidas adequadamente.


Por outro lado, os países pobres precisam de recursos que os façam, de certa forma, mover a economia, por isso é comum que tirem o maior número possível de seus bens naturais para comercializa-los e, assim, ter uma renda, por exemplo. A sustentabilidade não é compreendida enquanto um argumento válido para assegurar tais recursos, muito pelo contrário, é transfigurada em algo ruim para os civis que deles dependem para alimentar sua família, citando caso análogo. Sendo assim, é imprescindível que haja uma maior observação acerca de todas as contrariedades existentes, não é pautável discutir sobre ecologia enquanto passa-se fome, têm-se precariedade do saneamento básico e outras necessidades básicas.


As questões ambientais e pobreza são interligadas tenuemente, cabendo, muitas vezes, discussões científicas e sociológicas e não individualizadas, pois cada país apresenta a realidade do que é vivido normalmente pelos seus cidadãos, advinda de uma formação moral, cognitiva e social.


Subentende-se que, além do malefício causado pelo efeito estufa, refletido na poluição constante e diversas outras ações humanas e, consequentemente, no aumento exagerado da temperatura do planeta, o benefício engloba o aquecimento sadio da Terra, caso contrário, seria muito frio e muitas regiões se tornariam inabitáveis. 


Referências bibliográficas.


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