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Meio ambiente: consumo e consumismo

  • Projeto Qualitativa
  • 19 de mai. de 2020
  • 2 min de leitura

Por Carolina Marques e Erica Pereira.


Entende-se enquanto tecnologia qualquer estrutura criada para facilitar a vida dos indivíduos, o lápis, por exemplo, foi confeccionado com o intuito de registrar por escrito, em papéis, ideias, pensamentos e outros, algo posterior a penas de aves que também foram substituídas pelas penas metálicas. Sendo assim, o advento Revolução Industrial impulsionou a criação de tantas tecnologias que facilitassem cada vez mais o cotidiano do ser humano.


Trata-se o consumo como a imprescindibilidade de um produto, objeto e/ou qualquer utensílio, citando caso análogo, no final do ano letivo um aluno tem todos os seus cadernos preenchidos e não possui nenhum outro acumulado, portanto, é cabível adquirir uma outra caderneta para as próximas disciplinas, pois é uma real necessidade. A concepção está interligada, inclusive, com o entendimento de sobrevivência, isto é, uma família precisa comprar determinada quantidade de alimento para que possam ser sustentados, diferentemente de uma situação de consumismo, que é mercar diversas iguarias que serão descartadas por prazo de validade ou preferência deles, já que desconheciam a comida.


Assim sendo, o consumismo, por sua vez, opõe o consumo no que diz respeito a indispensabilidade, como, por exemplo, determinado ser compra inúmeras opções de sapatos, das mais variadas cores e marcas, sem que haja a necessidade para adquiri-los. É, assim, a aquisição exacerbada sem fins cruciais, isto é, obter porque está na moda apresentada no marketing digital, por indicações de terceiros e, até mesmo, por hobby, que é considerado um passatempo livre baseado na vontade pessoal de cada um.


Portanto, as diferenças entre o consumo e consumismo são apresentadas, respectivamente, na premência e subsistência, enquanto, por outro lado, gastos supérfluos e compras de utensílios sem efetiva inevitabilidade.


Referências bibliográficas.


FORTES, P. A. de C. Refletindo sobre valores éticos da Saúde Global. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 24, supl. 1, Jun. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010412902015000500152&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 17 maio 2020.


FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1994.


ÖZKAN, Özlem; TEKKAYA, Ceren; GEBAN, Ömer. Faciliting Conceptual Change in students ́understanding of Ecological Concepts. Journal of Science Education and Technology. V.13. N.1. 2004.

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